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A campanha com pandemia.

Ah! As eleições estão chegando, ruas são invadidas de santinhos e por cabos (as) eleitores colorindo a cidade, cada partido com suas diferentes cores padrão, tornam uma verdadeira zona de guerra ideológica.

Eu gosto muito de acompanhar um processo eleitoral, de quatro em quatro anos, vou me aprimorando com o “marketing” que cada candidato apresenta, vocês já repararam que cada campanha e um verdadeiro ciclo de vendas?

Veja bem, um político nada mais é do que um vendedor tentando emplacar o seu produto, ele vai atrás do comprador (eleitor) e tenta convertê-lo a todo custo, e, fechar a venda e mais difícil já que, neste caso, o produto é ele mesmo.

As eleições estão se tornando a cada ano, mais difícil e interessante, porque agora, passaram a contar com um fator diferencial, que e o fator internet.

O “marketing eleitoral”, existe há centenas de anos, mas o “marketing” eleitoral digital e coisa muito nova.

O primeiro candidato que usou a plataforma do “marketing” eleitoral digital foi o Presidente Barack Obama em 2008, sua estratégia para conseguir apoiadores usando lista de e-mail foi tão assertiva que serviu e ainda serve de modelo para “marketeiros” de todo o mundo.

De lá para cá, seguindo os rituais, em todas as eleições tantos municipais como presidenciais, a figura do “marketeiro” virtual estão sendo decisivas, haja vista a última eleição presidencial onde foi eleito Jair Bolsonaro.

Se tem uma coisa que ninguém aguenta em campanhas políticas é aquela enxurrada de promessas, eu tenho certeza que você quer que os candidatos mostrem provas de que o que está sendo prometido pode ser cumprido. Do contrário, tudo que prometer será considerado balela.

Nesse caso, uma das melhores lições de marketing eleitoral que você pode aprender é: ao apresentar uma solução, mostre resultados, mantenha uma credibilidade, não ocasione dúvidas, seja firme, a firmeza somada com a sinceridade, poderá ter resultados significantes em sua empreitada, e conseguir conquistar mais vendas do que o seu concorrente.

Portanto, a figura do “marketeiro virtual” em uma campanha eleitoral, terá mais resultado do que meia dúzia de cabos eleitorais distribuindo santinhos pela cidade.

Helio Defaria

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