Prefeita denuncia depredação de escolas municipais e alerta para cumprimento do toque de recolher

Em uma live carregada de emoção, realizada nessa quinta-feira (dia 18), a prefeita Tânia Yoshida (PSD) confessou estarrecida e preocupada com a situação calamitosa da quase totalidade das escolas municipais deixada pela administração anterior, o que inviabiliza a sua utilização pelos mais de 5 mil alunos matriculados na rede pública.

A prefeita, inclusive, não conseguiu conter as lágrimas ao finalizar a transmissão. “Estou envergonhada e muito triste com essa situação. As crianças não merecem isso”, desabafou Tânia, ressaltando sua intenção de recorrer à justiça para resolver a questão e da necessidade de se realizar uma força tarefa para conseguir recuperar as escolas a fim de que possam ser utilizadas satisfatoriamente quando as aulas voltarem a ser presenciais.

Durante a live, foram apresentados relatórios e fotografias de diversas escolas, a exemplo da Nossa Senhora da Conceição, Visconde de Oliveira, Professora Ester Ribeiro Lopes, Santa Rita de Cássia e do Núcleo de Pesquisa Professora Eliana Franca de Almeida, entre outros estabelecimentos de ensino, completamente destruídos e depredados.

Tânia Yoshida fez ainda um alerta para a necessidade de que a população obedeça ao cumprimento do toque de recolher decretado pelo governo do estado que começa nessa sexta-feira (dia 19) às 10 horas da noite e vai até as 5 horas da manhã durante os próximos sete dias. Ela assegurou que tanto a Polícia Militar como a Guarda Municipal e a Vigilância Sanitária estariam nas ruas para garantir o cumprimento do decreto. “É muito importante que todos colaborem evitando aglomerações e permanecendo em suas casas e só saiam em extrema necessidade ou em caso de urgência”, salientou.

O decreto estabelece que a exceção se dê apenas para as pessoas que estiverem prestando serviços da área de saúde, segurança, serviços públicos e essenciais, ou com a comprovada necessidade ou urgência.   A prefeita pediu a compreensão de todos, lembrando que a atual situação que estamos passando é bem pior que a vivida no ano passado no auge da pandemia e que se não houver um maior cuidado a população pagará um preço alto com o aumento de doentes e mortos pela falta de leitos nos hospitais e de tratamento para essa doença.

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