Saidão do “Dia da Criança” reitera deboche às vítimas

Chamada de “saidão” ou “saidinha”, a depender da região, essa invenção brasileira voltará a debochar esta semana das vítimas de crimes, inclusive violentos. Só em São Paulo vão para a rua por seis dias, entre esta terça (14) e domingo (20), mais de 37 mil encarcerados para que, a título de Dia da Criança, passem tempo com filhos e netos nos quais não pensaram quando cometeram seus crimes. Entre os beneficiados estará quem matou Isabella Nardoni, garotinha de apenas 6 anos incompletos.

A ideia é proporcionar aos bandidos celebrar a data com os filhos nos quais não pensaram quando mataram, roubaram, sequestraram etc.

Autoridades são insensíveis ao deboche Suzane von Richthofen, que matou seus pais, celebra há anos o Dia das Mães e Dia dos Pais.

O trabalhador honesto tem férias anuais de 30 dias, mas no Brasil os bandidos adquiriram o “direito” a 35 dias anuais fora dos presídios.

São frequentes levantamentos indicando aumento da criminalidade e fuga de presos soltos nas “saidinhas” e “saidões”, mas nada muda.

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