Volta a crescer pressão contra aumento no preço do plano de saúde durante a pandemia

Entidades relatam que os aumentos não têm transparência; ANS entrou na discussão contra reajustes

Voltou a crescer a pressão no mercado de planos de saúde para evitar um possível reajuste nos valores cobrados durante a pandemia de Covid-19. O setor alega que os efeitos da crise sanitária se prolongaram além do projetado.

Operadoras de planos têm recebido de entidades da defesa do consumidor queixas sobre aumentos abusivos. A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) também entrou na discussão e justifica que com a pandemia em curso ainda não é o momento para reajuste.

Uma ação civil pública contra cinco empresas de saúde chegou a ser protocolada pelo Procon de São Paulo na segunda-feira (27), segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

O órgão quer que as companhias comprovem o impacto da queda na sinistralidade de 2020 sobre os reajustes dos planos coletivos deste ano e diz que os aumentos não têm transparência. Em março, a Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça) propôs uma nova suspensão dos reajustes nos planos de saúde à ANS e questionou a diferença entre os aumentos praticados nas modalidades coletivas e individuais.

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